Muitos com certeza perguntarão qual é a lógica do sistema de escrita árabe. O alfabeto árabe é considerado uma versão modernizada do alfabeto nabateu (os nabateus eram povos que viviam na Península Arábica nos tempos Bíblicos, descendentes de Sem, filho de Noé que gerou aos judeus, árabes, sírios, fenícios e libaneses). A escrita cuneiforme, criada pelos sumérios era feita da forma mais fácil de esculpir na placa de argila (da direita para a esquerda), sendo então esta a primeira forma e estilo de escrita da humanidade. Os gregos, povos europeus destacados, quando lançaram sua escrita, faziam da direita para a esquerda, mas viram que podiam "inverter", escrevendo em zigue-zague (uma linha lida da direita para a esquerda, e a outra embaixo da esquerda para a direita). O alfabeto árabe chegou à Pérsia no ano de 637 d.C., quando os muçulmanos ocuparam a capital dos sassânidas. Desde aí as conversões ao Islamismo não pararam de acontecer (pois quem a fizesse teria certas vantagens), e em 650 não havia nenhuma resistência ao poder dos muçulmanos, e no século IX a maioria dos persas era mulçulmana. Entre os acontecimentos, estão a imposição da cultura árabe aos persas e do alfabeto árabe ao idioma local. No clássico "A Arte da Guerra", do chinês Sun Tzu, fala que guerra além de conquistar o território, é destruir o exército e subjugar (impor a cultura e costumes) a população.
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